Fundacao isaac asimov pdf

 

    l e r. S e g u n d a. F u n d a ç ã o. E B o o k. l i v r e. PDF/ePub/mobi/mp3/txt Isaac Asimov, Hari Seldon previu que a humanidade perderia seu domínio sobre a. ler Fundação EBook livre PDF/ePub/mobi/mp3/txt Isaac Asimov, O Império Galático possui 12 mil anos. E possui pujança, grandeza e estabilidade. Ao menos. Limites da Fundação (Portuguese Edition) Isaac Asimov. Após quinhentos anos, o Edition) pdf. Read Online Limites da Fundação (Portuguese Edition) pdf.

    Author:ARTIE SCHLUMAKER
    Language:English, Spanish, Dutch
    Country:Iran
    Genre:Politics & Laws
    Pages:427
    Published (Last):01.06.2016
    ISBN:287-3-75419-831-5
    Distribution:Free* [*Register to download]
    Uploaded by: VERNIA

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    Fundacao Isaac Asimov Pdf

    ISAAC ASIMOV MAGAZINE FICÇÃO CIENTÍFICA NÚMERO 7 Novelas Isaac Asimov 10 Cartas 14 Resenha: A Saga da Fundação Continua. ISAAC ASIMOV MAGAZINE FICÇÃO CIENTÍFICA NÚMERO 4 Novela O Ovo - Steven Popkes Noveletas 20 A Flor de Vidro - George R. R. 26 fev. PDF | Science fiction is a literary genre whose elements of estrangement and de Ciência e Tecnologia em Fundação, de Isaac Asimov.

    I'm an avid consumer of audio theater. I've had this adaptation of Asimov's Foundation trilogy on the back-burner for a few year. I finally started listening to it yesterday and I'm blown away by how good it is. I'm enjoying the experience, a lot. Who needs Foley artists or complicated sound design when you have a great story and decent actors? I do actually but it is still a completely enjoyable experience. Reviewer: Jota Gallego - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - January 28, Subject: Great adaptation and Fun acting I read these books back when I was a teenager —which means it was 20 years ago— and my impression is that they've done a great job with the adaptation: It captures the epic and the world building quite well, but making the story easy to follow.

    Rieseen Jay era um caso estranho. Rieseen estava entediada. Havia experimentado todos os prazeres que Lilith oferecia, e Lilith oferece muitos prazeres. Temos poucos como ela. Eu sempre o ignoro.

    Khar o adquirira das autoridades de Shrike, onde fora condenado por matar outro jovem de dezesseis anos. De Cymeranth, dizia a ficha. Este era macio e gordo, mas isso mudaria assim que uma mente ativa usasse a carne novamente. Ele sempre aprovava. Sentia seus olhos em meu corpo, sentia sua mente tirando a leve armadura de minhas roupas para agarrar, como uma sanguessuga, meus pequenos e crescentes seios.

    Mantiveram-no dormindo por anos. Um ciborgue. Inclinei-me para a frente, a fim de interromper o recital de Alta. Antes e depois. Kleronomas era um homem grande, com pele negro-azulada, maxilar forte e protuberante, olhos cinzentos, cabelo longo, totalmente branco.

    Nem nariz nem boca. Alimentava-se por via intravenosa. E lhe deram um plugue, claro, e embutiram nele um pequeno computador. Ele se parecia exatamente com o que era. Kleronomas recebeu o comando de uma delas. Julgava-se que Kleronomas estivesse perdido. Quando os pequenos e limitados objetivos da pesquisa original estavam completos, ele decidiu continuar, em vez de voltar a Avalon.

    Levou sua nave cada vez para mais longe. Como um ciborgue, tinha uma vida imensamente longa. Alterado assim, ele jamais esqueceria.

    A retomada das viagens estelares de larga escala logo depois foram o verdadeiro fim do interregno. Eu gargalhei. Khar engoliu e sorriu. Deixe-o jogar. Deixe que jogue. Claro, claro. De hoje a quatro dias. Deu uma breve olhada, sem interesse. Mas mesmo assim o tom de voz era educado. Para a vida?

    isaac asimov magazine 04.pdf

    Inclinei-me para a frente. Apanhei sua ficha. Certamente descobriremos. Sou a senhora do jogo da mente. Parece que isso seria essencial para mim.

    Isso ele jura. O ciborgue nada respondeu. Talvez tivesse sorrido nesse instante, se tivesse a capacidade. Em quem vou acreditar? Fiquei intrigada. Vida e morte. Mas poderia ser desmantelado. Nunca sou honesta, ciborgue. Sebastian Cayle. Um labirinto assombrado do pensamento. A verdade dentro da mentira, vida em morte e morte em vida. Mate-o agora. Mas o perdi em algum lugar, talvez durante meus anos em Gulliver, o perdi quando estava ocupada demais para perceber.

    Ela era uma mulher velha, velha e enrugada. Eu queria olhar num espelho uma vez mais, e descobrir a velha amiga que eu perdera. Quando jogamos o jogo da mente, eu tomei a sua vida, e acordei naquele corpo vil. Quando fiquei pronta, foi convocado outro jogo da mente, e desta vez emergi com o corpo de minha escolha. Ela era uma humana. Tinha cabelo ruivo e olhos cuja cor verde-azulada me lembrava dos mares de Gulliver. Minha escolha era limitada. Eu a peguei. Naquela noite tornei a me olhar no espelho.

    Minhas coxas? Em mil mundos, a humanidade muda de mil maneiras diferentes. Um rosto muito parecido com aquele de que me lembro.

    Mas ela tinha cabelo castanho curto, um sorriso, olhos verde-acinzentados. Ela tem talvez onze anos, talvez doze. Espero vestir esta carne macia por tantos anos quantos vesti o corpo com que nasci. Todos estes sou eu. Minha pele nua queimava onde o fluido me tocava.

    Khar Dorian veio com o rapaz tatuado. Braje dava risinhos enquanto apertava as presilhas sobre sua carga choramingona. Craimur Delhune teve de ser carregado por seus criados pessoais e de aluguel. Ali, eu disse, apontando, e eles o colocaram desajeitado em um dos nichos. Ele estava cego para o mosaico; para ele, era apenas uma sala escura com paredes de vidro negro. Finalmente Kleronomas. Ele percebeu o mosaico imediatamente, olhou para ele, os olhos cristalinos perscrutando lentamente a sala, parando aqui e ali novamente para estudar algum detalhe sutil.

    Ficou tanto tempo parado que Rieseen Jay ficou impaciente, e estalou os dedos, para que procurasse seu lugar. O que queria dizer? Boa sorte? Ouvi Rannar fechar a porta. Lancei-lhe um olhar que a calou. Desta vez Kleronomas, talvez.

    Dentro do cristal de seus olhos, percebi um leve movimento, e tentei descobrir um sentido para isso. Isto vai doer. Uma vez mais. Palavras podem apenas descrever a sombra da coisa propriamente dita. Quaisquer ideais, sonhos, amores, medos e pensamentos que possamos ter se tornam totalmente insignificantes. Pare, pare, PARE! Por quanto tempo dura? Dura apenas a menor parte de um microssegundo, e dura para sempre.

    Usei tudo o que me ensinaram, todos os truques e verdades que 50 dominei e em que aprendi a confiar. O senhor negro a dor. Meu inimigo, meu amante. A morte me possuiu, e a dor terminou. Sombras difusas se formando das neblinas. Quatro, cinco, sim. Desta vez? Estou confusa, desorientada. Em suas profundezas brilhantes eu vejo um rosto. A doce garotinha ainda grita por seu papai. Seu corpo parece macilento, mas em seus olhos eu vejo uma dureza que me lembra de Khar Dorian. Rieseen Jay parece atordoada, fraca, amedrontada, mas ainda se pode reconhecer Rieseen Jay; o que quer que digam a seu respeito, ela tem um senso muito forte de si mesma.

    A garotinha grita sem parar. Ele sorri para mim. Recuo incerta. Eu me viro para ver. Ele as remove cirurgicamente do rapaz, corte a corte, e elas flutuam no ar enevoado, brilhantes imagens de vida libertadas da pele cinzenta onde estavam aprisionadas.

    O rapaz grita e range os dentes. Circula ao nosso redor, nos observando com sua voz alta e estridente enquanto suas asas trovejam. Sua carne incha e incha, rasgando sua roupa pobre e se libertando dela; linhas finas de baba escorrem pelo queixo. Olhe, olhe, olhe. Uma tira de tecido preto se enrola em meus olhos. Eu pisco, ela desaparece, olho para ele novamente. O ciborgue aponta o dedo. Todos os espelhos explodem. Mas os outros, os outros Ele me ignora, volta-se para olhar Craimur Delhune e o rapaz-sombra.

    O rapaz toca sua carne, murmura algum juramento silencioso e se levanta cambaleante. Kleronomas se vira para mim. Rio em sua cara. Ele tem um senso de drama, este maldito ciborgue. Kleronomas a despacha.

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    Seu fantasma cinza e branco flutua a seu lado, como se o sugasse. Minha armadura desaparece. Carne sobre carne. Mente sobre mente. Quando nos tocamos, as paredes caem. Em suas mentes, em suas almas, nelas vi coisas.

    Rasguei os mantos de seus segredos silenciosos e inertes. Kleronomas era diferente. Eu estava numa grande caverna, toda iluminada. Uma cidade de fadas cristalina dentro de uma caverna. Estava limpa. Estava fria e eficiente e eterna e incrivelmente limpa.

    O conhecimento era meu. Comecei a andar, tocando, tocando, bebendo em toda parte. Onde estava sua fraqueza? Aqui nada vivia. Eu me sentia em casa. E sorri. Ele olhou para mim. Erguiam-se azuis e brancas ao meu redor, e do pico mais alto erguia-se um penacho de cristais de neve apanhados num vento firme sem fim. Sua pose era casual, insolente, confiante. Ele franziu a testa. Minha flor se coloriu. Segurei sua rosa, apontei o caule quebrado. Ele transmutou o vidro de volta a tecido vivo.

    Era teimoso, isso tenho que reconhecer. Apontei-as uma por uma. E olhe o que posso fazer. E, no fim das contas, tudo termina assim. De vidro. Kleronomas desviou o olhar. Eu roubo os corpos deles. O fim de uma lenda. Tudo isso era valioso demais para ser descartado. Os bons cientistas de Avalon o mantiveram numa interface com o sistema principal da Academia, correto?

    Por que negar a si mesmo acesso a todo aquele maravilhoso conhecimento? Dei de ombros e olhei para o fantasma. Apenas quem pensamos que somos, nem mais nem menos.

    Comecei a pensar Olhou para mim, seus olhos presos aos meus. Sua pele estava adquirindo a cada instante um brilho polido, prateado. Suponho que isso deveria me encher de horror. Eu podia ver meu reflexo brilhando sobre a placa polida de seu peito; eu estava bonita. Seu fantasma. Sua culpa. Continuarei para sempre. Eu desejo vida, vida verdadeira, com a semente da morte crescendo inexoravelmente dentro dela, e portanto lhe dando sentido.

    Ele finalmente olhou para mim. Abri os olhos. Minha voz era muito grave, 63 muito masculina. Seus olhares eram de choque. Rieseen Jay reclama que foi tapeada. Acredito que ela vai ficar por aqui, do lado de fora, na cidade dos danados.

    Um novo senhor da mente iniciou seu reinado. E nossos medos. Eu poderia ter rido, se o mecanismo permitisse rir. Chame-me de Kleronomas.

    Fui muitas coisas em minhas longas e variadas vidas, mas nunca uma lenda. Tem um certo status. A garotinha olhou para mim. Hoje ambas somos Kleronomas. Mas, deste dia em diante, percorreremos caminhos diferentes. Sorria enquanto falava; acho que era o que realmente queria dizer. Hoje ambas nos lembramos. Ela entendia; ela aceitava. Agora eu podia olhar direto para ele, focalizar as manchas solares e as torres flamejantes de onde procediam.

    O que vou fazer? Eve sentia-se muito mal por causa disto. Dois anos de casamento e desistiu. Quer mais uma bebida? Eve revirou os olhos.

    PDF - Fundação: O Caos

    Era muito constrangedor. Mas Nick apenas sorriu e puxou um bloco de pedidos do avental. A voz de Nick era acolhedora. Nick estava de volta com uma pilha de discos auto-explicativos e a conta.

    Cofiou os bigodes nervosamente. Ou talvez se recompondo para irem para casa. Ou se divertindo com seus amantes. Mal se pode dizer que temos uma casa! Ela sentiu falta dos banquetes de tortellini, durante os bons tempos em que elas tinham encontros. Mas Natalie e eu trabalhamos muito, somos muito boas provedoras Eve perturbou-se com a palavra. Maureen ficaria muito sentida independentemente do que ela dissesse agora.

    Embora ela houvesse falado muito ultimamente. Eve mexeu-se com raiva na banqueta do bar. Elas podiam pagar um arbitrador, se chegasse a este ponto, e a carreira de Natalie sobreviveria a um pouco de fofoca. Empurre um lado e os outros dois o seguram.

    Levantou-se, esvaziou o copo de Eve, afastou-se do bar. As pessoas olhavam fixamente para elas. Ele se dirigiu a Eve. Natalie dirigiu-se a ele. Eve derrubou uma banqueta tentando impedir-lhe a passagem, todos se levantaram, houve gritaria e o som cortante de um tapa.

    Nick suspirou. Sua vida estava mudando agora, esta noite. Natalie ainda enxugava os olhos quando a tela cintilou. Apagou a tela e voltou-se para elas.

    Natalie limpou a garganta. Desculpe, Evie. Alguma chance disso? E as penalidades? Quem vai cozinhar, planejar tudo, nos animar e Nick virou-se para a mesa ao ouvir o chamado do intercomunicador. Sorriu para elas. As coisas ficam mais claras quando o sol aparece. Ele as deixou olhando uma para a outra. Temos de mudar as coisas agora enquanto ainda podemos. Venha, vamos para casa.

    Elas estavam quase do lado de fora quando uma mulher corpulenta coberta de peles bloqueou-lhes a passagem. Natalie recuperou-se quase instantaneamente.

    Mas esta noite! Qual papel? Passava das quatro. Muito obrigada! Uma corredora solteira, aquela seria a vida. Eve pretendia de qualquer forma passar mais tempo em casa. Eve pagou a corrida enquanto Natalie retirou o salto alto dos sapatos e reclamou. Estava amanhecendo.

    Um vento morno agitava levemente os salgueiros. Todas as janelas do domo principal estavam abertas, mas nenhuma luz estava acesa. Havia um bilhete pregado na porta da frente. Natalie deteve-se subitamente. Talvez fosse essa a analogia de que precisava para seu depoimento no Congresso, pensou Carter.

    A resposta era ir adiante com aqueles que pudessem. No momento, arrependia-se por haver deixado de fumar. Um dos dois abajures sobre a mesa-de-cabeceira ao 80 lado dela estava aceso e ela se esticou para ligar o outro. Karyn nem dormia mais no escuro. Tinha sido ainda na casa deles em Massachusetts, era tudo que sabia. Carter virou-se de lado e olhou para ela. Isso era novo, assim como o que havia dito antes. Por algum tempo, tinha sido um tipo de piada. Carter deu de ombros, abriu a porta de tela e entrou.

    Fechou a porta e dirigiu-se para o corredor. Carter parou, virou-se e encostou-se na parede, observando-a. Ele concordou novamente: Ela respirou fundo duas vezes. Ela olhou de volta para ele. Ele deu de ombros. Virou as costas para ela e saiu. A mulher. Carter Strang. Sou Nicole. As portas do elevador se abriram, Nicole sorriu e os dois entraram. Talvez fosse assim que ela visse. Nunca havia pensado em si mesmo como um astronauta.

    Pararam no sexto andar e as portas do elevador correram para os lados. Girou a chave e abriu somente uma fresta da porta. Ele esperava que seus olhos tivessem algo especial, brilhando com uma luz estranha, ofuscante, mas pareceram-lhe bem normais.

    Eu entendi. Estava apontando ligeiramente para baixo e para o leste. Podia ver o forte brilho que vinha do quarto e imaginou se Karyn ainda estava lendo, ou dormindo Era hora de ir. Ele atravessou desajeitadamente a sala, chocou-se com uma cadeira, finalmente encontrou a porta da frente e abriu-a.

    Ao sair do elevador para a portaria, Carter viu um homem vagamente familiar usando um terno escuro sentado em uma das cadeiras perto da entrada da rua. O homem levantou-se — era alto e corpulento com cabelos ruivos salpicados de mechas 87 grisalhas — e aproximou-se descontraidamente.

    Sou William Knopfler, do Departamento de Defesa. Knopfler sorriu. Provavelmente vai precisar de um em breve. Knopfler fez uma pausa e Carter sentiu que ele esperava por uma resposta. Nada mais. Talvez tenha ouvido algo sobre isso. Mesmo assim, alguns deles, horas depois de deixados na selva dentro de seus trajes, simplesmente De fato, se aceitar, queremos que voe para a Guatemala imediatamente. Carter atravessou a quietude silenciosa da portaria e abriu a porta para o impacto do som da festa ainda crescendo.

    Havia ainda mais pessoas do que antes, e Carter dificilmente conseguiria mover-se de acordo com sua vontade. As pessoas sentavam-se em cadeiras de piscina, deitavam-se em chaise-longues, falando, bebendo e rindo. Daquela vez, a grande bola de couro costurado cheia de ar tinha sido chamada de Bola Terra e tinha sido pintada com espirais e pinceladas de cores vivas. Alguns gritos cortaram o ar, mas gradualmente transformaram-se em risadas e mais salvas de palmas enquanto o ar assobiava por um furo que se abrira na bola.

    As escadas estavam quietas, o ar abafado e morno, as paredes de cimento ecoando cada um de seus passos. Estava condenado no dia em que a Explorer fez a volta. Destrancou a porta com a chave de seu apartamento e caminhou para fora. O ar estava morno e a Lua brilhava sobre ele, quase cheia.

    Nem Karyn. Olhou para a Lua, um sentimento de perda doendo em seu peito com o pensamento de que poderia nunca mais retornar a ela. Voltou-se para Nicole. Nenhum dos dois falou, e Carter sentiu um aperto no peito enquanto ouvia os passos regulares dos dois ecoando no ar abafado, os dele firmes e precisos, os dela como sussurros.

    Estrelas novamente. Desta vez as cortinas tinham sido puxadas sobre as portas de correr de vidro de modo que agora tudo no quarto estava completamente coberto de estrelas. Foi tomado por uma forte vertigem. Carter sabia que estava de costas na cama, mas estava consciente de pouco mais que isso. Fechou os olhos, mas nada mudou. Mas onde estava a Lua?

    De repente, ficou tudo claro. Eu estou na Lua. Eu voltei. O rosto de Nicole brilhava acima dele. Carter sentiu seu corpo responder ao toque dela e passou as pontas de seus dedos levemente pelas lentes escuras, o nariz suave, a boca firme. Aquela parte de sua vida tinha terminado.

    Limpou todas as janelas e comprou um mapa dos Estados Unidos. Iria para as montanhas ou para o deserto, isso ele sabia. A noite caiu, e Carter carregou o carro com tudo que planejara levar com ele.

    De volta ao apartamento, sentou-se uma vez mais na varanda. O apartamento, escuro pela primeira vez em meses. Quer dizer que ela ainda estava observando-o. A meia-noite ele trancou a apartamento e caminhou para o estacionamento.

    Carter inspirou profundamente. Por enquanto. Montanhas ou deserto, ele decidiria depois. Na auto-estrada, a Lua despejava seu brilho sobre eles, iluminando o caminho. Meu zeder. Eu devia me apresentar. E mesmo assim estavam errados, os meus colegas. Atiro mais uma vez, e outra. Eu devia ter mandado o barbeiro cortar o seu cacete! Mas nada disso me levaria a querer Paro para pensar um momento. Agora saia da minha frente, tenho que fazer medidas para um terno. Agora sai da minha frente.

    Levett — diz ele. Como que foi? Negligenciou seu trabalho, a noiva, os amigos. Finalmente o senhor se afastou completamente do mundo. Mas agora o trouxemos de volta. Agora eu sei. Eu estava louco. Completamente louco. Estou convencido. Aponta o aparelho para mim. Meu amigo, Alistair, tinha um orgulho especial em pertencer ao clube. A riqueza tinha que ser herdada. Mesmo assim, toda noite ia ao clube. Era um caso perfeito para Azazel. Disse para mim: Este ser infeliz, quero dizer. Ou pelo menos tenta.

    Muito mau. Crump se levantou, com um ar meio assustado, e disse: Crump aceitou tudo com muita naturalidade. Na verdade, parecia um pouco deprimido.

    Tenho um sotaque coreano que vai acabar com eles. Pode me chamar de tolo. Pode me chamar de sentimental. Mas tome, tome, meu amigo, tome este cheque. Use-o como quiser. Olhei ironicamente para George. Ele havia ganhado dinheiro. E Crump, privado do seu clube, achou por bem morrer de tristeza. Acho que as palavras exatas foram: Mike jogou fora a maior parte da comida e os recipientes de margarina que a guardavam. Saiu coxeando da cozinha, borrifou a camisa com Spray-NWash e enfiou-a num canto.

    As redes a cabo estavam fora do ar. Diz ela: O que significa ser visto? Ele perdeu sua liberdade.

    Mais duas cervejas. Mike abriu os olhos. Afinal de contas, ela era o modelo. A do Texas? Isso explicava a coisa. A face tornou-se sombria. Mike foi dormir. Mike ficou observando-a durante muito tempo. Andou furtivamente por ali. Entrou em um bar. Acabaria com aquela loucura. Gostava de voar sobre as montanhas Rochosas. Tudo estava sob controle. Uma chave de guarda-malas. Tudo em seu nome. Rodou por Dallas, Irving, Hurst e Duncanville.

    Parou em um Holiday Inn. As pessoas ergueram a vista, espantadas. O sinal abriu. Continuou a guiar. Um homem de terno xadrez em frente ao Eco-Taco. Ulmer, um dos seus filmes favoritos. Passou quatro vezes pela porta. O sol estava se pondo. Voltou ao Holiday Inn. O locutor assumiu um ar solene e perguntou: O que podemos aprender com ele? Mike era baixo, gordinho, estava ficando careca e tinha olhos castanhos.

    Algumas pessoas pareciam espantadas, outras aborrecidas, algumas demonstravam medo, e umas poucas ficaram zangadas. Usara aparelhos para corrigir os dentes e odiava-os. Mike atacou nas alamedas de compras. Na verdade, esquecera a maior parte de sua antiga vida. O pas sado raramente deixava lugar para o presente, quanto mais para o futuro.

    As pessoas em volta olharam-no. Sorrindo nervoso, deixou o lugar. Atacou-os, gritando. Eles o atacaram por todos os lados, chutando-lhe a virilha, puxando-lhe as orelhas, cuspindo nele. Estava anoitecendo. Encontrava-se em uma parte diferente da cidade. Carteira e chaves haviam desaparecido. Levantou-se devagar, com grande dificuldade.

    Desmaiou novamente. Ficou contente por causa da sombra, pelo menos. Chegou o domingo. Mike gemeu por causa da sombra perdi da, tossiu por causa da poeira, reclamou do barulho. Ao anoitecer, gritou para o Senhor, dizendo: Mike olhou em volta.

    Por causa desse sinal, logo se providenciou a entrevista. Foi atingido pela bala de um terrorista. Dois dias depois, um meteorito errante atingiu o centro de Dallas. Embora fossem exatas suas profecias, os consulentes ficavam em geral insatisfeitos.

    Os futuros que via nunca eram felizes. Em tons calmos e cadenciados, ela lhes falava de calamidades que se avizinhavam: As pessoas raramente voltavam para uma segunda consulta. Katherine ergueu a vista e encontrou-lhe os olhos. Claro que se lembrava daquele rosto. Na noite passada, sonhara exatamente com aquilo: Sinto muito. Mas ela sabia das coisas e recusou-se a ceder. Podia ver as nuvens e prever a tempestade prestes a desencadear-se.

    Sair com ele seria um desastre. Pareceu-lhe que, a cada dia, havia mais linhas, cruzando-se e entrecruzandose na palma como pegadas de aves na areia. As linhas deixavamna nervosa: Notou que ele a fitava, do outro lado da loja, mas o ignorou. Era inofensivo. Nunca o vira em sonhos. Com eles, poderia defender-se. Gosto de seu toque em minha pele. Ainda assim, ficou acordada durante muito tempo, antes de conseguir dormir.

    Na sua, as linhas lembravam pegadas deixadas por coelhos no prado: Seguiu a linha do amor da cliente e lhe disse que ela logo se apaixonaria. A mulher sorriu e Katherine tentou dissuadi-la de aceitar aquilo.

    O amor sempre faz com que eu fique burra. Nas horas vagas antes de adormecer, ensaiava discursos de despedida. Era muito competente em dizer adeus. Naquela noite, telefonou pedindo comida chinesa. Chegou acompanhada com dois biscoitos da sorte. O primeiro dizia: Acordou molhada de suor e anotou o sonho, mas furiosa com a falta de detalhes. A energia tem que se encaminhar para algum lugar. Ele deu um sorriso, satisfeito, pois pensara que ela nunca perguntaria.

    Todas as vezes que ficava nervosa, andava pela praia, tentando ler as mensagens que as ondas deixavam na areia. O futuro estava estampado em seus rostos, ali onde todos poderiam ver.

    As ondas sempre as varriam, deixando a praia lisa outra vez. Ela virou-se e correu, mas a areia frouxa retardou-lhe os movimentos. Embaralhou e fez nova leitura. Mais uma vez: Suas pegadas na areia desenha vam um intricado motivo de linhas cruzadas. Observou-o durante algum tempo. Continuou calado. Confuso, ele ergueu os olhos. O rapaz apertou um pouco a vista por causa do sol.

    Ergueu a vista e encontrou os olhos dele. Mais uma vez, estava fazendo as coisas na ordem errada. Depois, a despeito de tudo, beijou-o. Nesse momento, podia.

    Uma noite morta. Postou-se bem em minha frente e disse: Era comum no sentido mais comum da palavra e, se aquela noite tivesse sido movimentada na loja, eu sequer o teria visto. E essa de dizer que precisava de um cachecol de seda! Mas ele pedira um cachecol de seda. Na mosca, acertei. Nada falou, apenas me fitou.

    Senti-me como se tivesse um alvo tatuado no meio da testa. Coisa assim. Pigarreei e resolvi recuar e tornar-me um pouco mais formal.

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    Coloquei a compra numa sacola, grampeei o recibo e pronto. E saltara para dentro dela em nome do bom senso e da praticabilidade. Seria escritora em tempo integral e adoraria isso. E quase consegui. Quase escrevendo o conto realmente bom que me firmaria como escritora promissora. Ainda adorava isso, mas comecei a notar pequenas coisas.

    Exigi mais. Ela recusou. Discutimos, pedi, implorei, mostrei-lhe a pilha de contas que se amontoavam, mas ela se recusou a produzir. Apresentei-lhe um ultimato, e ela me ignorou. Deixou-me ali, muda, olhando para as laudas brancas, virgens, e uma pilha de contas me olhando do canto da escrivaninha. Algo, portanto, havia me acontecido. Mas jamais descobri. Em novembro, reingressei no mundo maravilhoso da venda a varejo, a fim de cumprir uma rotina regular das 9: Eu fora um ativo precioso para o departamento.

    Fui me arrastando, conseguindo quase dinheiro suficiente para ir levando. Aquilo tudo me parecia muito conhecido. Estava entalada com aquilo, em nada melhor do que fora antes. Ouviu o que eu disse, Bobby? Agora, cale a boca ou vai ter mesmo motivo para chorar. De modo que trabalhava na Sears, das 9: Passaram-se os dias. E ali estava eu, novamente, num dia de semana, depois das Lembrei-me logo dele. Eu era absolutamente correta como vendedora: Na Sears, podemos pagar compras feitas em qualquer departamento em qualquer caixa.

    Prontamente, acrescentei: I'm enjoying the experience, a lot. Who needs Foley artists or complicated sound design when you have a great story and decent actors? I do actually but it is still a completely enjoyable experience. Reviewer: Jota Gallego - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - January 28, Subject: Great adaptation and Fun acting I read these books back when I was a teenager —which means it was 20 years ago— and my impression is that they've done a great job with the adaptation: It captures the epic and the world building quite well, but making the story easy to follow.

    I enjoyed the acting for most characters, although the funky synth sounds are a bit too loud, which makes it a bit painful to listen on an ipod sometimes.

    Highly recommended! Reviewer: manhattansunrise - favoritefavorite - October 17, Subject: Low production value Some of the actors speak so quickly you can barely understand what they're saying, add to the poor sound quality it is a struggle to follow along. Bad - that it was not made well, it has been reduced to its most simplistic level, and acting seemed overly hammy.

    Obvioulsy has not dated well including Foundation itself as it is overtly sexist in its social mores. Indifferent - sound department let loose on maybe one of the first synthesisers that probably sounded modern at the time - at best the noises are grating. In summary, I must re-read Foundation as I do not remember it being this bad. The radio series I guess had to over simplify and condense some aspects of it.

    Reviewer: Spelvin - favorite - July 12, Subject: LOL The books are rather hard to follow due to Asimov never making it quite clear as to what's going on or what people's motivations are, but concentration and a little re-reading make them somewhat worthwhile although I think they're terribly overrated. Could someone who never read the books possibly even begin to follow this radio version?! I doubt it, but what do I know? Anyway, this is frighteningly boring.

    The people who complain about the British accents deserve an LOL. It's very unlikely people will still be speaking English in the faroff future, never mind with what accent. I'm thinking the English of the future witll bear about as much resemblance to the English of today that the English of today bears to Chaucer's version of English.

    Reviewer: MuppetMan - favoritefavoritefavoritefavorite - April 29, Subject: Great version Ignoring the rather odd person who having seen this was a BBC production thinks reading should only be in an American accent? This is, as has been pointed out, not a straight read audio book as opposed to a radio semi dramatisation and is an excellent listen.

    An incredible series of books from one of the fathers of modern Sci-Fi. I'm not entirely sure why they were needed, but they do serve to remind me of "Space Cadet". Not in a pleasant way. The voices, when they could be heard, were difficult to understand--Im good at accents and can usually pick up on what's being said altnough why a British accent was used I have no idea very easily.

    Often it sounded like someone was talking into his sleeve. What I could hear made no sense. I lasted five minutes. This is an extremely complex trilogy, and attempting to make a radio performance out of it is a noble idea but for me it's a colossal disappointment.

    Reviewer: pdunwin - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - December 12, Subject: Excellent BBC work I enjoyed this series immensely, encountering none of the quality problems I saw in other reviews. The Foundation has never been my very favorite science fiction - I tend to prefer a bit more focused scope, I guess - but I liked listening to them. Part of the enjoyment I gained from this that others might not is that a good number of the actors for this series also voiced characters in the BBC's radio play of The Hobbit.

    Reviewer: djebel - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - November 3, Subject: the saga of thatacoman's opinions and the derision thereof BTW- when Andy Kaufman was at the zenith of his fame, as a comedian in the 70s, he hit up colleges for gigs all over. Or they'd yell 'Do Latke, you schmuck! This was similar to yelling "Play 'Creep! I digress: the point is: tacoman, you would cry at what Mr Kaufman would do often, when heckled: he would tell the crowd that if they didn't knock it off, he'd read 'The Great Gatsby' start to finish.

    Guess what, T-man??? He'd read the whole damned book to a shrinking crowd! You'd have, like totally despised the dude. Reviewer: tidalwaves - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - October 9, Subject: Excellent I've read the novels and this adaptation is truly wonderful. Everything and everyone involved really gave it their best and it shows. I almost wish radio drama was popular again just to hear performances like this, thank you!

    This radio dramatization was produced by the BBC and is currently on sale. Why is it available here for free? Sadly this appears to be an example of the dark side of the internet. It's awesome I can listen to it again in my 40s, when I do not have time to do so in any other way.

    Loved the books, loved these audiobooks. BBC is great. Reviewer: TheBookworm - favoritefavoritefavoritefavoritefavorite - May 26, Subject: Foundation Takes me back to the '60s getting ready to watch Dr.

    It's soooo British! And i mean that in a good way.